2382107Quando George Orwell escreveu  1984 -“O Grande Irmão”- , enfatizando o monitoramento da sociedade por sistema de governo, não imaginava o mundo virtual na dimensão de hoje e do porvir, sem mensuração. Ninguém mais vive sem a realidade virtual, ainda seja ilusão, programando uma geração de idiotas sem fronteiras moral, ética e muito menos espiritual.

Tudo está se relacionando a efusivos laços de ternura por palavras cifradas – niguém mais sabe escrever ou pensar – a não ser para expor as vísceras das trevas, dantes escondidas por pudor e represadas obrigatoriamente para co-existir com o próximo sem matá-lo. A pedofilia virou, por exemplo, uma epidemia. Há que faça sexo pelo computador como feitiche pós-modernista.

Dias desses deu no noticiário de repercusssão nacional, menina com okurt se fazendo passar por 20 anos, quando encontrou maníaco para abusar dela até a morte e só dia 9 anos de idade. Não deu em noticiário nenhum, mas teve empresário se masturbando pensando na mulher do próximo numa demonstração doentia. Animais de internet, viciados e sem tratamento previsto e sem tipificação em legislação em casos de anomalias indescritíveis.

Há uma previsão, talvez, por alguns aprendizes da área, pela vastidão de vida inexistente, como almas penadas neste universo e expansividade, com buracos negros, sucando almas a cada tecnologia inventada, desse mundo ser mais real do que a própria realidade. Todas suas necessidade, em tese, para dependentes cibernéticos, estão disponíveis com variações multiformes, como implantes de uma nova geração de chip.

Atualmente, 90 % das suas atividades podem ser produzidas numa sala ou na sua casa, sem exercício físico ou mental. As velhas brincadeiras de crianças entraram em exitinção sem que houvesse uma ONG para proservá-las. Por que soltar pipa, se jogos de 4 D proporcionam a emoção e adrenalina de modo incomum, alimentando o cérebro com e-mails e SMS, com direito webcan e demais acessórios para alimentar o corpo e a alma de imaginação e alucinação?

A internet virou padrasto das famílias fragmentadas e da liberdade sem finitude, cuja curiosidade é a maior publicidade para esta nova geração com um novo siatema sem regras e sem pudor. Total libertinagem para a alma bailar em direção ao inferno.

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