A que pretexto o prefeito Casteglione ca$$ou a Acepes?

Compra de Votos: TRE-ES acata Mandado de Segurança contra Prefeito do PT

 O Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo acatou Mandado de Segurança para garantir provas indeferidas pela Justiça Eleitoral de Cachoeiro de Itapemirim na investigação de compra de votos nas eleições de 2008 pelo, hoje, prefeito Carlos Casteglione (PT).

Na audiência investigativa recente,  a juíza Graciene Barbosa não acatou anexar provas de que o prefeito e seu assessor Luiz Carlos de Oliveira, então presidente do partido, tinham estado com o jornalista Jackson Rangel, após as eleições, comprovando sua ciência e participação do crime eleitoral.

O prefeito sabia

O TRE admite como relevante anexar o jornal da época e o vídeo com a pessoa de Casteglione e Luiz Carlos com o jornalista, como prova do testemunho das ações foram executadas, inclusive a distribuição de R$ 30 mi para cada legenda adversária à coligação petistal, como constou no testemunho de Jackson Rangel.

Na sexta-feira após a audiência, a juíza esteve em Vitória no Tribunal. Ela tem pouco menos de 50 dias para sentenciar o processo de investigação da compra de voto. É o prazo final concedido a ela pelo colegiado do Tribunal para finalizar a ação que estava sub-júdice por três anos, talvez, único caso desta natureza no Espírito Santo.

Neste meio tempo, por muito menos, vários políticos foram afastados e , alguns, até presos.

Compra de votos: o prefeito petista sabia de tudo: vídeo cru, sem legenda e sem melhoramento de áudio

TRE-ES determina juiza eleitoral investigar compra de votos pelo PT de Cachoeiro de Itapemirim

O Pleno do Tribunal Eleitoral do Espírito Santo (TRE-ES), por unanamidade, 6 x 0, determinou a juiza eleitoral Graciene Barbosa procesa, imediatamente, a investigação da compra de votos pelo Partido dos Trabalhadores nas eleições de Cachoeiro de Itapemirim, quinto maior colégio eleitoral do Estado. As denúncias são do jornalista Jackson Rangel Vieira em processo iniciado pelo Partido Democrata, fundamentas com áudio e vídeo.

A sentença implica na obrigação da magistrada, que tem no seu cartório há 3 anos a referida açào sobre crimes eleiitorais, envolvendo toda cúpula do PT e vários partidos, além de candidatos da época, de retirar da Polícia Federal o processo em 24 horas após a notificação, a qual receberá amanhã, dia 02 de fevereiro.

A determinação relata ainda que os envolvidos deverão ser ouvidos em 10 dias. E estipula prazo de 50 dias para propalar a sentença. O vice-presidente do TRE e corregedor, Anníbal de Rezende Lima ,considerou grave o engavetamento da denúncia por tanto tempo.

Os juizes e desembargadores do TRE tem conhecimento detalhado dos vídeos estarrecedores fornecidos pelo jornalista, o primeiro a descordinar todo o esquema operacional da compra de votos pelo PT que deu vitória ao prefeito Carlos Casteglione.

Na época, Jackson Rangel se colocou à disposição da Justiça Eleitoral e da Polícial Federal e de quaisquer instituições responsáveis para esclarecer as  denúncias. Mas, até então, nunca foi procurado para prestar depoimento como testemunha ocular de crimes eleitorais por parte do PT.

O caso jamais poderá ser colocado no campo do casuísmo eleitoral ou político pelo tempo de sua origem. Além do mais, por causa da mencionada denúncia, o jornalista , hoje, responde a processo penal, justamente, pelos personagens envolvidos diretamente das referida ação iniciada em novembrode 2008, um mês após as eleições.

O jornalista vinha divulgando na Folha do ES estes crimes, além de outros, cujas provas são as mesmas oferecidas em sua defesa na ação penal, em consórcio, oferecida pelo braço financeiro do Partido, advogado José Irineu; o mentor político de cooptação dos partidos e líderes políticos, ex-chefe do Governo Municipal, Rodrigo Coelho; e o pelo próprio prefeito Carlos Casteglione. Jackson Rangel, também, há 8 meses, ofereceu a denúncia à subsecção da OAB.

Agora, resta confiar na Justiça que, dizem, tarda, mas não falha.

Continuação: Vídeo sobre compra de votos pelo PT nas eleições

O PT comprou voto e venceu. Está com mais dinheiro e tentará de novo!

Em Cachoeiro de Itapemirim-ES, terra do Sabiá da Crônica, Rubem Braga, vale à pena comprar voto nas eleições municipais. Os corruptores se cobrem sob o manto da impunidade e os corruptos sob o edredom da imoralidade sem quaisquer consequências.

Há mais de três anos denunciei com vídeos e áudios, colocando-me a disposição para esclarecimentos na Polícia Federal e Justiça Eleitoral. Nunca fui chamado como testemunha para investigação em tela. Indiferença e silêncio sepulcral sobre crimes em cascatas de envergonhar o mais despudorado desse mercado politico.

Há 28 anos como jornalista investigativo, cumpriu o meu papel , infiltrado naquele sistema eleitoral, flagrar vários momentos, entre alguns, na minha sala as maiores sandices de proporção do “panetone” do Distrito Federal.

Cooptação de partido por cargos e dinheiro. Nomes citados, escancaradamente, como se fossem coliformes fecais sem nenhum avexamento, pois, no fundo, sabiam ou tinham certeza do acerto em conluio de protagonistas poderosos com a conivências dos órgãos responsáveis pela fiscalização da lisura do pleito com desrespeito a uma população de cerca de 200 mil habitantes.

O Partido dos Trabalhadores, que nunca tinha assumido o poder, aplicou a fórmula dos mensaleirros nacionais para cometer o maior estelionato já conhecido no Município, onde nasceu, também, Roberto Carlos, o “Rei”.

O PT, naquele momento, na cidade cachoeirense, estava deixando de ser um partido para se tornar um seita oculta, com arcabouço doutrinário de rito desafiador a todos os segmentos da sociedade, usurpando o direito de uma representatividade legítima transparente e democrática.

O processo se encontra até hoje tramitando na Justiça Eleitoral de Cachoeiro de Itapemirim. E também sendo avaliada por um Comitê de Notáveis da OAB há oito meses, conforme última declaração do presidnete da sub-secção, advogado Robson Louzada, em Juízo, numa conspiração em curso contra este jornalista.

As palavras na minha aldeia pouco tem valor ou nenhum sobre crimes que se tornam indesvendáveis. Por isso, aos meus leitores, vou divulgar fitas e áudios, de posse, repito, da Justiça Eleitoral. A primeira,  tento, na época, convencer o presidente do meu partido PMN a confessar no MP e na Justiça os crimes eleitorais, sem sucesso, mas com as confissões.

Postarei vídeos estarrecedores! Aguarde! O PT pretende repetir em 2012 o feito com mais volúpia, mais dinheiro, a compra de votos, de políticos e de partidos, caso os sentinelas durmam em pleno plantão.

* Capturei o máximo de informação como jornalista e me desliguei do partido. A maior reportagem que eu já fiz na área. O mínimo de consciência profissional e cristã.