O PT é o maior embuste na história política brasileira

O Partido dos Trabalhadores treinou por duas décadas para se transformar num seita de massa. E conseguiu. Espremido entre a Ditadura e a Democracia eminente, o PT se apresentou com rótulo do “purismo narcisista”, gerando até complexo de inferioridade em outras siglas.

A retórica populista, envolvente, cooptou o povo humilde e trabalhador com excelente formulação ideológica, apoiada, no início, pelas comunidades eclesias de base da Igreja Católica, sempre no campo da tese.

Aos poucos, ganhando um governo aqui e outro acolá pelo Brasil afora, foi-se descobrindo a incapacidade de gestão nos govenos estaduais e municipais, com alargada dimensão de improbidades.

O PT foi salvo pelo congo no momento da divisão entre PMDB e PSDB, oferecendo-se, através de seu líder maior, Luis Ignácio Lula, como chance da classe trabalhadora assumir o poder. Fernando Collor, fabricado como “caçador de marajás”, contrinbuiu para exaltação de mentira maior: o populismo corrupto e corruptor.

“Nunca antes na história deste País ” se assistiu, indiferente, a tantos escândalos encobertos pela enconomia proeminente e previsível em face da estabilidade da moeda pelo Plano Real.

No Espírito Santo, o PT assumiu pela primeira o poder político com o médico Victor Buaiz. Inapto, arrolou secretariado de alta periculosidade, deixando o Palácio Anchieta sob a esperança dos capixabas de que nunca mais aquele erro voltaria acontecer, um governo egocêntrico e sem resultado em todas as áreas das atividades humanas.

De repente, Lula aparece, nacionalmente, maior embusteiro para maior parte dos formadores de opinião e herói para maior parte da população com menos informação. Reuniu essa bandidagem e tomaram conta do País por meio do Congresso Nacional, esmagando a oposição e, ainda, elegendo uma neófita ventríloca.

No ES, elegeram quatro prefeitos, mas José Serra venceu entre os eleitores do solo espiritossantense. A previsão para 2012? Não será eleito nenhum petista a prefeito. O maior líder do PT, prefeito da capital, Vitória, João Coser, acaba de ter seus bens bloqueados por desapropriação milionária e fraudulenta.

Em síntese, os brasileiros só escaparão da corrupção endêmica, deposta essa ditadura civil, dolosamente, criada pelo Partido dos Trabalhadores para dilapidar a moralidade e o erário do cidadão desta terra que emana leite e mel

Justiça barra farra de Casteglione em licitação de R$ 37 milhões

Folha do ES: Juiz anula pregão de R$37 milhões em festas e tendas

Capa da Folha do ES: Vitória do Povo com sentença de Justiça

Justiça anula licitação de 37 milhões em tendas e shows em Cachoeiro-ES

A Torre de Babel

 

Cachoeiro de Itapemirim-ES, no mercado político, sedia uma Torre de Babel. Para evitar o impeachment ou derrotas sucessivas no Parlamento, o prefeito do PT, Carlos Casteglione, teve a  “brilhante” idéia de reinventar uma idéia maligna e condenável pela história. Ajuntou um sobre o outro a maioria dos partidos para falarem um só língua.

Acusado de improbidade pelo Ministério Público por manter contratos superfaturados de serviços de manutenção de veículos, sustentada pela apuração da Polícia Federal, na operação “Moeda de Troca”, Casteglione está escrava de sua própria decisão para manter a maioria no Legislativo. Fez concessões imorais, ficou nu, sem pudor.

Depois de 30 anos tentando chegar ao poder, o PT chegou ao executivo, despudoradamente, com um prefeito sem postura, um embuste eleitoral. Ele tenta represar as águas sujas que descem as escadas do Palácio Bernardino Monteiro. Seus secretários sangram em corrupção. Casteglione calou os vereadores pela dissimulação.

Em 28 de jornalismo, nunca assisti a tanta roubalheira à luz do dia. Confiados na impunidade, prefeito e secretários ignoram as investigações do Ministro Público, da Polícia federal e da CEI em curso na Câmara com caminhões de provas de fraudes em licitações e formatação de caixa dois para campanhas eleitorais. Algo bizarro.

A Torre de Babel está formada pelo PT, PTB, PV, PDT, PSDB, PSB, PSC e PMDB. Fora do condomínio, apenas o DEM e PMN. Em menos tempo que se espera, não ficará pedra sobre pedra, e a construção será derribada, sem não antes os representantes fisiologistas corroerem até os ossos com cancro dos petistas.

Em nome de projeto de poder fadado ao fracasso de reeleição de 2012, Carlos Casteglione se sentem protegido por aliados de conveniência e, alguns, obrigados camisa de força. Porém, quando chegar a pré-convenção partidária, a dispersão será como água morro abaixo e fogo morro acima. Quem viver, verá.

Enquanto o prefeito e seus asseclas buscam escudos políticos, a sociedade ainda confia na ação do Ministério Público e da lisura da Justiça para por fim a esta afronta contra o povo oprimido pela inércia de um governo lerdo, usurpador, mau e corruptor. A Torre de Babel está construída em bancos de areia.

No próximo artigo pretendo analisar todos os protagonistas deste condomínio. Os leitores saberão quem está dormindo em poleiro de galinheiro.