*Jackson Rangel VieiraOs evangélicos inventores da pirotecnia gospel com repertório para todos os gostos de pessoas religiosas estão matando Deus. Subtraíram a espiritualidade e inserirem a religiosidade com dosagens fortes de emoção no rito, com superprodução de palestras sem nenhum compromisso com a invocação do Espírito Santo.Deus, Jesus Cristo, Espírito Santo e Bíblia se transformaram retórica de conferencistas e levitas comprometidos com o mercado gospel, aonde rola muito dinheiro e enriquecimento ilícito, sob a proteção do Estado. Deus definha no coração de compradores desta “fé” que se esfria dia-a-dia. A humanidade, criatura, se rebela contra o Criador.As Igrejas feitas pelas mãos de homens são point de pessoas que conhecem a Deus, mas sem submissão. Vale-se de uso e costumo para uma satisfação interior programada para manipulação e sugestão por sacerdotes que se especializam mais na psicanálise e psicologia em detrimento da teologia do Reino de Deus. Holocausto espiritual!O caminho está cada dia mais estreito no pós-modernismo. Transformaram o lugar santo em palco de shows. Chamados homens de Deus não vivem mais pela fé, antes pelo vil metal em contratos de conferencistas e pastores escalpelando os incautos negligentes em conhecer a vontade do Senhor pela simplicidade da Graça em Cristo. A ordem do culto, tanto é assim, primeiro os efeitos especiais. Por último, em ínfimo tempo, a Palavra.A ofensiva dos falsos profetas, alguns estão caindo em desgraça para vergonha da Igreja. Por todos os lados, ensinado fábulas e filosofias vãs, negando a misericórdia e compaixão aos sedentos da Salvação. Estão matando Deus da presença do ser humano, mas nunca a criatura que está determinada a se tornar nova: filho e não bastardo.*Jackson Rangel Vieira é jornalista e evangelista
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Os “Evangélicos” estão matando Deus
O Casamento Não é Sagrado (II)
*Por Jackson Rangel Vieira
Quando se diz que o casamento não é sagrado não pensem os mais afoitos que está se fazendo apologia ao divórcio. Antes, defendendo que todas as formas de união entre homem e mulher são importantes e honrosas como descrito, principalmente, nos Evangelhos.
Quem deseja colocar o exemplo do casamento de Gênesis como força de “sacramento”, não pode deixar de aceitar a aliança poligâmica. Quem aceita o módulo matrimonial do novo testamento, os direitos entre homem e mulheres são diferentes, completamente (I CORINTIOS cap. 11: 7).
O título deste texto objetiva colocar o matrimônio numa importância horizontal e não vertical, já que sabemos de sua inexistência no Reino dos Céus. Não basta somente atirar palavras pela tradição e criar fábulas.
O casamento não une o homem ou a mulher a Deus e nem o leva ao céu. Tem sua limitação sob a atmosfera terrestre. Se alguém é contrário a este pensamento, se aceita argumentação exclusiva e biblicamente!
Até o ministério de Cristo os judeus se divorciavam com frequência, sem pecado, porque se cumpria a lei, o mandamento de Moises. Jesus ajustou a desigualdade no campo comportamental e ainda protegeu a mulher de inferioridade social degradante com as cartas de repúdio.
Vamos pelo maior exemplo: Jesus não se casou e nunca justificou porque não o fez. O que temos são heresias regulares de supostos escritos apócrifos de que teria casado com Maria Madalena. Sim! O nosso Salvador não precisava procriar e nem ter prazer Eros.
Bem! Se o casamento não tem ligação com o céu, porque da sua existência? Para quem lê a Bíblia, depois de fazer todas as coisas, Adão se sentiu só (Genêsis 2:20), ou seja, a solidão em detrimento do acasalamento animal comoveu Deus. E além do mais, a terra precisava ser povoada, logo, a união hétero tinha a função da procriação. Povoar a terra. Por último, o prazer. (Genêsis 3:16).
Para dar uma lição moral e espiritual ao povo de Israel que andava desviado, como sempre, Deus determinou que o profeta Oséias se casasse com uma adúltera e prostituta (Oséais 1:1) que gerava filhos que não era de sua semente. Era uma metáfora forte para ensinar um povo indolente, utilizando um homem submisso à vontade Dele para mostrar a vergonha israelense.
Jesus Cristo deixou três ordenanças verticais, ligadas diretamente ao Reino dos Céus, para salvação: A Ceia (para lembrar sangue derramado e do corpo em sacrifício); O Batismo ( para ilustrar o renascimento); e o Ide e Pregai (evangelizar o mundo). Nunca constou o casamento como fundamento da doutrina absoluta, com vista à eternidade. (I Corintios 11:25) e ( Mateus 28:28).
Continuando: tudo que Deus fez é santo, é agradável e o casamento está dentro deste prisma. Mas, a Igreja, nas suas necessidades de manutenção, viu na família seu sustento, mesmo sabendo que a salvação é estritamente individual.(Rom,anos 14:11)
Os filhos são heranças do Senhor e neles o casal estará ligado até à morte, independente das condições matrimoniais futuras, do primeiro e único ao sétimo casamento. Sem mencionar as uniões estáveis, sem Igreja e sem cartório. Fora o casamento monogâmico e único, as demais famílias, tribais ou pós-modernistas, extraindo a fornicação e pornéia, estão representadas diante de Deus, ainda que censurada pela sociedade religiosa.
Quando o Criador supriu a necessidade de Adão ao lhe dar uma companheira, claro demonstrou a importância da mulher, retirando-a da “costela”, do próprio corpo do homem. E, obviamente, toda estrutura para sua constituição, como hormônios, estrogênios, dopamina, adrenalina e demais elementos para promover atração e prazer para cópula. Lembrar-se da dor do parto, depois do pecado da mulher; e do esforço físico do homem para sustentar a união.(Gênesis 3:19).
Desafia-se um sacerdote ou acusador do texto a buscar um versículo bíblico que coloca o casamento como sacramento vertical, que vai durar após o arrebatamento ou morte dos cônjuges.
Precisa-se, em tempos atuais, principalmente, como fez Jesus Cristo na sua época, que os espirituais incluam todos os casais na mesma linha de importância, sem necessitar do casamento se anulado pelo Tribunal Eclesiástico para recasamento como se a anulação fosse uma expiação do pecado, enquanto a união se configura na prática com a conjunção carnal e de seu fruto, filhos.
Nos próximos capítulos, haver-se-á de se entender porque as terminologias, tipo: “o que Deus une, o homem não separe”e porque o apóstolo Paulo se atreveu a dizer que “a mulher foi feita por causa do homem e não o homem por causa da mulher”.
*Jackson Rangel Vieira é evangelista e presidente do Ministério IDE
O Casamento Não É Sagrado (I)
*Por Jackson Rangel Vieira
Direto ao tema: o casamento não é um sacramento. A Igreja o instituiu indissolúvel a partir do Concílio de Trento, da Igreja Católica, realizado de 1545 a 1563, depois de esta instituição passar por muitas fases na história da união entre o homem e a mulher.
Quando Deus criou Adão e Eva foi no Édem, casal sem pecado (GÊNESIs cap.3:20). Após desobedência, e a expusão do cônjunge, nova forma de família se estabeleceria para povoar a terra, com acasalamento entre si: irmãos, primos, sobrinhos e parênteses, durante longas datas(GÊNESIS cap. 4:19).
Em seguida, a poligamia, ou seja, um homem e duas ou mais mulheres, foi predominante (GÊNESIS cap. 21:12) na cultura do povo hebreu e chegou à transinção para o povo de Israel (I REIS cap. 11:3). Não consta repreensão de Deus sobre os formatos de famílias e o “amor” que os sustentava.
A Igreja, depois, após o advento do no Novo Testamento, focou sua doutrina – não a da Bíblia – sobre o combate ao divórcio, permitido por Moiséis (MATEUS (cap. 19:7), de modo condicional, mas o uso e costume deformou o objetivo inicial para extravagâncias vulgares de dispensa da esposa para substituição de outras. Sem, determinação de limite e motivo.
Jesus Cristo, somente quando provocado sobre este assunto sociail, estabeleceu que o divórcio não era a melhor solução. Pregou a dissolução somente em caso de prostituição (MATEUS cap. 5:32 ) por um das partes do casal, ficando a vítima à vontade para novamente se casar com outro. Hoje em dia, Jesus, por certo, incluiria violência doméstica ou qualquer outra agressão a um dos pares para a separação.
A fala do Filho do Homem foi direcionada ao judeu (a palavra era para o judeu e não para os gentios) sobre os efeitos de novo casamento, sem não antes estabelecer que até em pesamento se cometia adultério (MATEUS cap. 5:28 ), lei espiritual, válida para a mulher e para o homem. Quantas vezes você já adulterou nos termos do Messias?
Mas, Jesus Cristo se importava com a felicidade holística da humanidade. Casamento era parte dessa preocupação, contudo nada a ver como premordial para a construção anunciada do seu Reino. Exemplo clássico foi o contato questionado do Messias com a mulher Samaritana (João 4: 17-18), casada por cinco vezes e em laço de concumbinato com o sexto.
A sua condição não interveriu na mensagem da salvação pelos lábios samaritanos de uma ímpia que creu e , ainda, foi e pregou para a sua aldeia, (João 4:39) salvando a muitos, talvez, até casais no formato dela. Jesus não pediu que ela deixasse o companheiro, antes adorasse a Deus em espírito e em verdade (João4:24).
Em síntese, para concluir esta corrente de pensamento, Jesus se deparou com os saduceus, uma parte da Igreja da época que não acreditava em anjos e nem em céu, como muitos nos dias de hoje. Eles perguntar: “pela lei de levirato (casamento subsequentes de uma mulher, viúva, com vários irmãos), em caso de casar sete vezes, morrendo todos, com quais dos maridos ela ficaria! Então, o Mestre respondeu: “Errais não conhecedo as Escrituras, porque no céu não se casa e nem se dá em casamento”, logo, ela não se juntaria por escolha com nenhum dos seus cônjuges ( Lucas 20:35).
Ora, se somente o amor prevalece entre a fé a esperança no mundo espiritual vindouro (I Corintios 13:13), se não desconhecer que este amor não tem interligação coma afetividade e nem com eros, mas somente Ágape, oriundo do próprio Deus. E que o casamento não tem serventia no Céu.
Porém, a Igreja de hoje prega campanhas em favor da família, discrimiando as samaritanas e do pai só com filhos; da mãe com filhos; dos bastardos com sua prole. Uma hipocrisia bestial, sem dizer a rejeição desses convertidos no serviço do Senhor. Falta mensagem para os casais recasados, divorciados e juntados e igualá-los ao casamento único.
Sobre família homoafetiva, esta não existe na criação de Deus em nenhuma linha do tempo (I Corintios 6:9), antes condenada em toda a história, até porque não é possível a reconstrução da humanidade, caso fosse necessária, por meio de mulher com mulher ou só homem com homem, como foi entre Adão e Eva.
O Corpo de Cristo carece, urgentemente, de mensagens salvíficas para as famílias em todas as suas formas, destruídas, reconstruídas e intactas, sem omitir a salvação que não faz acepção de pessoas. Mensagem difícil e dura para a Igreja com seus usos e costumes, dogmas e doutrinas. Jesus Criisto está acima de tudo isto!
*Jackson Rangel Vieira é evangelista presidente do Ministério IDE
Não assistam a novela “Salve Jorge”
*Por Jackson Rangel Vieira
Que a TV Globo tem linha editorial apologeta ao ocultismo e à feitiçaria não é novidade para o mundo religioso. Em defesa do sincretismo religioso, lança a novela “Salve Jorge” para suceder o fenômeno “Avenida Brasil”, com roupagem de entretenimento, entretanto, exaltando São Jorge, conhecido como Ogum, orixá do Candomblé, sob a fachada, hoje, da cultura afro-brasileira.
Ao assistir um programa com enredo com amores, paixões e hábito viciante você estará dando legalidade, literalmente, à influência maligna por se tratar de entidades nominais do mundo espiritual e descrito em qualquer dicionário e enciclopédia o significado e sua atribuição demoníaca.
A maioria pode ignorar este alerta, zombando da fundamentação. E o propósito do autor da novela é justamente este: enganar os telespectadores com linguagem e mistura implícita sobre a mensagem ritualística da novela.
Uma das definições de São Jorge (OGUM): “A cor de Ogum é o vermelho, mas pode ser associado ao verde. Sua bebida é a cerveja branca, seu dia da semana é a terça-feira.
Este Orixá foi casado com Iansã, a Orixá dos ventos, que fugiu com Xangô. Também foi casado com Oxum, a Orixá da água doce, que abandonou Ogum para se casar com Oxossi, o Orixá das matas.
Ogum também é considerado o Senhor dos caminhos. Ele protege as pessoas em locais perigosos, dominando a rua com o auxílio de Exu, seu irmão e rei das encruzilhadas e dos cemitérios.”
Repito: não assista a essa novela. Até cristãos são enganados com o “não tem nada a ver” e dão permissão para abrir o portal do mal no seu lar. Isto vale para qualquer programação assemelhada. A sutileza é tão vil, que se evitou colocar “São” Jorge e projetaram uma saudação inserindo um “Salve”.
Não vou me furtar em utilizar expressões religiosas, mediante minha fé e minhas convicções espirituais, para denunciar agentes, também, do mundo invisível que têm destruído furtivamente vários lares do Brasil. Crê em Deus? Os demônios também e estremecem. Resista meu irmão! Porque o bicho está pegando!
* Jackson Rangel Vieira é jornalista da Editora LEIA e evangelista presidente do Ministério IDE
Artigo de jornalista contra editorial da Folha de S. Paulo é destaque em site gospel
Jornalista critica editorial da Folha de SP
Jackson Rangel é evangelista e presidente do Ministério IDE da Igreja Batista.
por Michael Caceres
Jornalista critica editorial da Folha de SPApós as críticas do editorial do jornal Folha de São Paulo sobre a aproximação de José Serra (PSDB), candidato à prefeitura de São Paulo, com segmentos religiosos, principalmente com relação aos evangélicos, o jornalista Jackson Rangel, da Folha do Espírito Santo, escreveu um texto criticando a postura do editorial que definiu como sendo “incongruente e discriminatória”.
A Folha de São Paulo publicou a matéria no último sábado (13). O texto criticava a aproximação entre igrejas evangélicas da capital paulista e o candidato tucano. O texto também critica o candidato José Serra (PSDB) sobre seu posicionamento contrário ao chamado “Kid Gay” criado pelo seu adversário Fernando Haddad (PT), julgando como linha conservadora dos evangélicos e a pauta fora da órbita do interesse público.
Jackson destacou que o texto “não apresenta nem paradoxo, mas completa falta de análise sociológica e antropológica da sociedade, sem mencionar que a discussão sobre a ‘união homoafetiva’ , aprovada pelo STF, promove alterações comportamentais de caráter coletivo e, por sua vez, de interesse público” escreve.
“O editorial almeja se mostrar liberal e tem o direito de fazê-lo sem, contudo, tratar o tema como se o homem fosse apenas animal político com capa de corpo, sem alma e espírito, gestando subjetividade sobre crenças absolutas de quem desaprova o comportamento antinatural, assim descrito na Bíblia como regra de conduta e fé dos cristãos. Vale respeito!”, afirma Rangel.
O jornalista é presidente do Ministério IDE, que tem como objetivo implantação de Igrejas Batistas e Evangelista, com programa diário denominado “Em Nome de Jesus”, na emissora “Rádio Sim Cachoeiro”.
Leia na íntegra:
“A Folha do S. Paulo produziu editorial incongruente e discriminatório para o eleitor paulistano. Critica o candidato José Serra (PSDB) sobre seu posicionamento contrário ao chamado “Kid Gay” criado pelo seu adversário Fernando Haddad (PT), julgando como linha conservadora dos evangélicos e a pauta fora da órbita do interesse público.
Admiro a Folha e respeito a opinião em tela, contudo não apresenta nem paradoxo, mas completa falta de análises sociológica e antropológica da sociedade, sem mencionar que a discussão sobre a “união homoafetiva” , aprovada pelo STF, promove alterações comportamentais de caráter coletivo e, por sua vez, de interesse público.
Sobre conservadorismo sobre o mesmo tema, a Igreja Católica, com maior número de fiéis, é mais fundamentalista do que os evangélicos, se assim se é necessário comparar para melhor entendimento sobre editorial equivocado por ausência de conhecimento doutrinários e dogmáticos do sentimento religioso inerente ao ser humano.
O editorial almeja se mostrar liberal e tem o direito de fazê-lo sem, contudo, tratar o tema como se o homem fosse apenas animal político com capa de corpo, sem alma e espírito, gestando subjetividade sobre crenças absolutas de quem desaprova o comportamento antinatural, assim descrito na Bíblia como regra de conduta e fé dos cristãos. Vale respeito!
Como eleitor eu tenho o direito de conhecer todas as raízes holísticas do candidato. O homem é o que pensa e pratica. Pode-se ter um homossexual eleito, e tem-se pelo quadrante universal, e capaz. Porém, a maioria que lhe concede a procuração de representá-la a fez sabendo, sem apresentação implícita a pretexto da chamada corrente politicamente correta.
Considero uma desfaçatez o editorial da Folha de S. Paulo que, aproveitando-se de formadores de opinião sobre o mercado político e a eleição plebiscitária em segundo turno, faz a indução de transformar o errado em certo e o certo em errado. Não existe homofobia neste tema – que significa agressão aos homossexuais -. Há uma opinião partidária!
Está existindo, sim, por parte da grande Imprensa a falta de respeito com a maioria dos universais religiosos ou cristãos aos colocá-la às margens de conhecer as convicções morais, sociais, culturais e religiosas de quem pleiteia vida pública.”
Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/jornalista-critica-editorial-da-folha-de-sp/





